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Coupling US

Quem não viu essa série divertidíssima não sabe o que está perdendo.

Baseada (copiada) no seriado inglês Coupling (sem o US) a série era uma risada só.

Na época eu naõ via o seriado inglês, porque aqui no Brasil era transmitido pela People and Arts e vinha dublado. Não tem coisa que eu abomine mais do que seriado dublado. (Menos arquivo X, A voz dublada da Scully nunca me saiu da cabeça).

Acho uma pena que a série não tenha sido renovada, porque era totalmente despretenciosa e trazia muita diversão.

Uma pena.

Desperate Housewives

A série mais assistida em todo o mundo.

Amo a série, bom dá pra perceber que só escrevo de séries que amo…hehehe

Essa é uma rara série em que não tem nada que eu não goste, não tem nenhum núcleo que não é tão legal, mesmo tendo um elenco enorme.

No caso de E.R. por exemplo (não vejo faz alguns anos) não gostava da parte do Dr. Pratt, não sei nem porque, no caso de Everwood, tinham horas em que Amy e Ephram me irritavam. Normalmente, o casal principal me irrita, Marissa e Ryan que o diga.

Desperate não tem isso. Como quase todo mundo é “principal” não tem essa parte chatinha e isso é o que mais me impressiona na série.

Oi gente, quando eu acabei de ver a quinta temporada de One Tree Hill me deu um vazio.

Quase como o vazio de quando acabou Gilmore Girls. Pelo menos One Tree Hill ainda tem mais…hehehe

O que eu fiz? Comecei a ver toda a série, desde o começo…. afinal, eu só seguia a série desde o final da terceira temporada, e mesmo assim não via sempre.

Estou perto do décimo episódio da 1ª temporada e a coisa que eu mais amei foi o começo do casal Naley! Como eles eram fofinhos!!!!

A Brooke era infantil mesmo, e mesmo tendo escrito antes, agora percebo mais ainda o quanto ela crescer na quinta temporada.

E agora a questão: para quem Lucas ligou?

Não quero escrever nenhum spoiler, somente opiniões, portanto vou apenas dizer oq ue eu acho.

Acho que o Lucas ligou para a Brooke porque ela quer adotar uma criança e isso fica muito mais fácil e prático quando se é casada. E além do mais, acho que se o Lucas e a Peyton ficarem juntos o seriado pode perder a graça…..

Vou continuar assistindo os capítulos anterires e vou postando mais sobre eles.

One Tree Hill

Ultimamente ando vendo muitos capítulos da quinta temporada de One Tree Hill, e descobri que o seriado é muito bom!

Antes era só mais um seriado teen, do estilo The O.C. sem glamour, mas com muito drama. Hoje o seriado ganhou um enredo mais adulto e inteligente, que não deixa de ser interessante para os adolescentes expectadores fiéis da série.

Para quem não sabe, essa quinta temporada deu um pulo no tempo e mostra as personagens 4 anos depois.

Depois de perceber que o seriado não mostraria a vida na faculdade dessas personagens fiquei bastante feliz, pois é muito interessante ver o que acontece após a faculdade. Seriados como The O.C., Dawson’s Creek, Everwood e até Gilmore Girls, gastam o resto de “vida útil” da série mostrando as experiências de todas as personagens, normalmente em faculdades diferentes e a luta para se manterem contato e não se perderem nessa nova vida.

One Tree Hill não fez isso. One Tree Hill ousou em não mostrar a faculdade e conseguiu contar o que acontece depois dela. Claro que as personagens estão muito parecidas com como eram 4 anos antes, a Peyton está praticamente igual e ela ainda anda como uma adolescente. Brooke sempre foi “mais velha”, pelo menos na aparência, e apesar de estar bem parecida com antes, conseguiu mostrar uma nova maturidade.

Lucas está forçando um pouco a barra. Eu adoro o ator Chad Michael Murray desde que ele era o Tristan no Gilmore Girls, mas com essa pressão para parecer quatro anos mais velho, Lucas faz muitas caras e bocas para tentar se igualar (na idade) com sua nova parceira amorosa Lindsey.

A maior, e na minha opinião, melhor mudança foi a de Haley. A mocinha cantora, loira de cabelos compridos se tornou uma mãe de cabelos curtos e castanhos e o mais interessante, se tornou uma professora da antiga escola em que ela e seus amigos estudavam.

Nathan começa a tmeporada barbado e de cabelos compridos. Graças aos Céus um dia ele faz a barba e uns capítulos depois corta o cabelo (e fica com a mesma cara de quatro anos antes).

No geral eu acho que a serie conseguiu fazer o que ela propôs: se renovar.

Sexta feira passada eu arrastei meu namorado e a minha mãe para o cinema, ver Sex and The City.

Como acompanhava a série, estava com uma grande expectativa do filme. Via tudo o que tinha saído na internet sobre o filme.

Sabia tudo. Li sobre as estréias, roupas e a sinopse do filme. Respirei Sarah Jessica Parker por mais de uma semana.

Finalmente chegou sexta-feira e eu estava prestes a descobrir o que acontece com Charlotte, Miranda, Samatha e Carrie.

O filme é legalzinho, como continuação do seriado é ótimo. É mais um passo na vida das quatro amigas.

Como filme, deixa muito a desejar. É muito longo (eu fiquei feliz quando soube que tinha 2h30 de duração), e tem muita propaganda.

Eu estudo comunicação social, eu acho ótimo propaganda, afinal, ela paga as minhas contas. Mas é um exagero. Não é como no seriado, não é só o Manolo que é uma personagem. Todas as marcas são, é como um diabo veste prada, mas sem o contexto.

A Apple está super bem no product placement, mas porque citar 15 marcas de vestido de noivas?

O filme foi muito caricato, a Charlotte não era mais a Charlotte que eu conheci nos seriados e que eu adoro, é uma Charlotte bobinha, que parece estar lá só por estar. (A atriz Kristin Davis está ótima, ela conseguiu até fazer o papel de bobinha que o filme pedia)

Miranda está meio chata, Samantha está divertida demais, adorei, foi a parte mais divertida do filme, mas parece mais com o começo da série, antes dela crescer e conseguir ter um bom relacionamento.  

Ou seja, todas estão somente lá, para que Carrie brilhe.

Apesar de por um lado estar certo, afinal Carrie é a estrela, não é justo que todos os amantes da série que sabem da história e do peso que as outras amigas têm, vê-las somente como pano de fundo para a amiga principal.

E como Sarah Jessica Parker está magra! Meu Deus!

Eu tinha lido que ela estava muito magra, mas achei que fosse exagero de pessoas que não gostam dela ou da série. Mas não é! Ela está muito magra, dá até aflição, parece que ficou bem mais velha (não só 4 anos). 

Resumindo, vale a pena ver o Filme, claro. Mas não espere muito como eu fiz, porque senão você vai se decepcionar.

A nova moda em seriado teen é sem dúvida Gosspi Girl.

Considerado o novo The O.C. de NY a série caiu rapidamente no gosto de teens (e gente não tão teen) do mundo todo.

Apesar da comparação com The O.C. eu vejo esse seriado como uma coisa completamente nova. The O.C. já foi até considerado uma “novela mexicana” de tanta informação e acontecimentos que eram colocados em todos os episódios e Gossip Girl não repete esse erro.

Como em Sex and The City, Nova York talvez seja a personagem principal de Gossip Girl e por isso não pode ser comparada com a antecessora.

Além da cidade a moda é outro ponto em comum com a série de Carrie, as roupas e penteados da alta sociedade novaiorquina é amplamente copiada (inclusive por mim).

Dramas adolescentes são temas comuns desde a Brenda, Brandon e seus amigos de 90210.  Existem as personagens populares, os esquisitos e os geeks que são “zoados” por todo mundo e às vezes até presos em armários.

O The O.C. seguia essa lógica, a Marissa e a Summer eram as populares, o Seth era o Geek e o Ryan era o estranho, que não se encaixava em nenhum padrão.

Gossip Girl não tem isso, não existe essa diferença de populares e nerds, ou melhor, talvez tenha mas os ”não-populares” são tão insignificantes que nem entram na trama. Afinal Dan (seria comparável ao Ryan) Não é Geek e nem esquisito, ele só não é rico como os outros. 

The O.C. também traz outra questão importante: a falta de comunicação. Já percebeu que Marissa e Ryan, apesar de estarem namorando nunca se falavam? Não me leve a mal, eu adoro The O.C., mas são programas totalmente diferentes.

Isso não acontece com Serena Van der Woodsen e Dan Humpfrey, eles se gostam e não se importam com questões como classe social, os problemas deles são bem mais reais que os de Ryan e Marissa.

Everwood

Um seriado dramático.

Fiquei super chateada quando Everwood foi cancelado. As coisas ainda não estavam encaixadas, o seriado não merecia esse desfecho supersônico.

A Amy (agora em Brothers and Sisters) era meio chatinha, meio fofinha e meio problemática.

O Ephram também era meio chatinho, esquisitinho e problemático.

Sei que é estranho, mas era pelo drama que eu gostava desse programa. Eu sabia que quinta-feira (Gilmore Girls + Everwood) era dia de chorar, e chorar muito, como se fosse a minha própria vida e depois acordar sexta-feira renovada.

A única coisa que eu queria que tivesse acontecido e não aconteceu no seriado era que o Andy tirasse logo aquele monte de pelos do rosto. Irritante!

Gilmore Girls

Esse é o melhor seriado de todos os tempos pra mim!

Algumas pessoas podem dizer: que besteira, que seriado mais chatinho.

Não é não! é uma série linda, que me faz chorar e rir ao mesmo tempo.

Meu amorzinho me deu de aniversário de namoro o box completo das 7 temporadas do Gilmore Girls. Eu amei!

Quantas vezes eu não vi a Rory, pela primeira vez bêbada no chão do banheiro, deitada na mãe perguntando porque ele (no caso o Logan) não gosta de mim? Quantas vezes não odiei Emily por suas escolhas erradas e até malvadas? Quantas vezes não torci para que Lorelai se resolvesse com Cris? (Pois é, ninguém concorda comigo mas eu sempre preferi o Cris)

Acho que eu gosto tanto do Cris porque ele fazia um seriado de comédia que eu gostava. Não me lembro do nome, mas falava sobre uma atriz famosa que começa a namorar com um professor anônimo chamado Patrick Owen (O Cris). Era só divertidinho, mas o nome Patrick Owen ficou super marcado pra mim.

Outro dia eu vi, revi e revi de novo o primeiro capítulo da primeira temporada e percebi como as personagens mudaram. 

A Sookie por exemplo, no primeiro capítulo ela é totalmente destrambelhada e sempre quebra a cozinha inteira da Inn, depois de algum tempo ela continua sendo meio desastrada, mas essa idéia quase caricata dela se perde para uma personagem mais real e não por isso menos engraçada.

Friends

Finalmente um post dedicado a um seriado só!

Friends é maravilhoso, consegue ser muito engraçado e não deixar de ser inteligente.  Os diálogos são fáceis e as piadas são para todo mundo entender.

Nem sei o que falar de friends, é uma pena que tenha acabado porque era um seriado sem comprometimento e que fazia a felicidade de muita gente uma vez por semana.

Hoje eu vejo os primeiros capítulos e vejo, mesmo que os roteiristas e criadores não planejassem, que era muito claro que a Monica e o Chandler iriam terminar juntos.

Acho que todo mundo que assiste Friends se identifica com algum dos personagens, ou com umas mistura deles.

Antes da Mônica casar com o Chandler eu me identificava com a Rachel (quem me dera ser bonita daquele jeito), mas eu sou fresquinha, não deixo ninguém mexer no meu olho (nem oftamologista), gosto de moda (pesar de não entender muito) e ODEIO esportes.  Depois do casamento eu passei a me identificar muito mais com a Mônica. Não sei se eu que mudei ou ela mudou muito, mas o fato dela virar “dona de casa” mudou tudo pra mim. Apesar dela ainda ser esportista, ela é chef (eu adoro cozinhar) ela é histérica, eu também e a relação dela com o Chandler me lembra a minha com o meu namorado.

Enfim, friends está totalmente presente na minha vida e na de muita gente por ai e tudo o que aconteceu e todas as mudanças foram absorvidas por nós. É como se eles fossem nossos amigos, mesmo que só na ficção.

Não sei exatamente porque, mas esses seriados pra mim devem sempre estar juntos. Não sei se porque eu via eles na Sony, em horários parecidos, mas eu gosto de assistir todos seguidos.

Seinfeld é maravilhoso, as piadas são ótimas, e eu posso ver o episódio da sopa umas 50 vezes sem cansar!

The Nanny é muito divertido e ver a Madeline Zimma (a Grace) fazendo papel de gente grande no Californication não tem preço!

Mad About You é tudo que eu quero ser. Ter um apartamentinho com meu marido e o Murray é prefeito.

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